terça-feira, 7 de janeiro de 2014

10 Perguntas, 10 Perspectivas com Ana Roxo

É com enorme satisfação que realizamos esta entrevista a Ana Roxo, uma personalidade que se tem vindo a destacar na poesia e na elaboração de contos (publicaremos inclusive um em breve). Reside em Esmoriz, gosta imenso da sua terra e já lançou igualmente um novo blog que pode ser consultado em: http://angelsinmyinspiration.wordpress.com/
Exposta esta breve contextualização, passamos agora à entrevista.


Boa tarde, Cara Ana Roxo:
Antes de mais, agradecemos, desde já, a sua disponibilidade para a realização desta entrevista.
1 – Comece por salientar os projectos profissionais e cívicos em que esteve envolvido desde o início da sua carreira. Por outras palavras, faça uma apresentação do trabalho que desenvolveu até agora.

Nos tempos mais idos de juventude, fiz parte do Grupo de Jovens de Esmoriz e, foi trabalhando para a comunidade, organizando almoços no Pinhal da Paróquia, que eu e os outros jovens fomos a Israel em 1999.
Neste momento, encontro-me desempregada …Tenho muitas ideias em que infelizmente, são como a história da omolete: sem ovos, não posso fazer. 
No entanto, depois de ter estudado Estudos Portugueses e Alemães na Universidade do Minho e ter estagiado em Vila Praia de Âncora numa escola, não me foi difícil arranjar trabalho depois do estágio terminado. Em mês e meio, arranjei. Comecei por trabalhar na área de hotelaria/turismo, como recepcionista e acabei por gostar, acabando por ficar um «bichinho». Gosto muito do intercâmbio cultural entre diferentes culturas, que o turismo proporciona. 
Durante algum tempo ainda sonhei com a carreira no ensino, trabalhar numa escola, mas hoje em dia, já não me vejo nesse papel, pelo menos não numa escola.
Já trabalhei na Bi-Silque, também. Já trabalhei novamente na área turística como tradutora para falantes de língua alemã e já fui dando umas explicações de português, alemão, dei apoio ao estudo. Porém, o que mais desejo é que o novo ano me traga o tão ambicionado emprego, para poder concretizar projectos.


2- Na sua opinião, como é que vê a Cidade de Esmoriz? Como é que a descreve?

Eu vejo Esmoriz como uma cidade com capacidades para ir mais além. Há muitas coisas a fazer, sim. Há muitos problemas a resolver, mas penso que Esmoriz precisa de gente com ideia e também de capital. Penso que tem futuro como destino turístico, uma vez que, na minha visão, Esmoriz, encontra-se muito subaproveitada nesta área, que, na minha opinião, penso que será a que lhe dará maior reconhecimento. O que nos distingue mais é a praia, o mar, a Barrinha, agora até o Buçaquinho… então, por isso, mesmo penso que deveria ser um destino turístico mais elevado, o que também traria melhorias na economia e no prestígio da cidade.


3- Que obras, considera mais urgentes para a localidade? 

Penso, que já se começaram a fazer algumas: nunca vi tanta estrada a ser arranjada como agora. Finalmente vai andar para a frente a habitação social: era bem necessária e já há muito prometida. Penso que falta um espaço onde os idosos possam ficar, um espaço onde possam ser bem tratados: um lar público que permita a todos os idosos lá permanecer dia e noite.
Penso que o Esmoriztur deve ser reabilitado, como espaço cultural, que é e para isso foi criado.
Penso que se deve tentar travar mais o avanço do mar, acho que só o paredão não dá e precisa de se fazer alguma coisa.
Mas penso, sobretudo, que quem mais sabe o que faz mais falta fazer é o povo e o povo deve ou devia ser consultado.


4- Como sei que admira a cultura, o que pensa da reabilitação do Esmoriztur? 

Para mim, penso que é um espaço vital para a nossa cidade e não faz sentido nenhum estar fechado: só se deteriora mais. E temos um espaço desses, para quê recorrer a espaços de fora, se este, revitalizado, será uma mais-valia. Foi um espaço criado para os Esmorizenses, certamente muitos se lembrarão das sessões de teatro, de cinema, de saraus escolares que por lá passaram. Este espaço não pode morrer. É preciso deitar-lhe a mão o mais depressa possível: a cultura e os Esmorizenses merecem!


5- E a Barrinha, que tanto admira, será que algum dia merecerá o tratamento devido por parte daqueles que deveriam olhar pelo bem-estar das comunidades?

Gostaria de pensar que sim, que alguém poderia fazer realmente a diferença, no meio de tantas promessas já perdidas no tempo. Eu, devido à minha idade, não me recordo de ver a Barrinha como os meus familiares falavam e mesmo pessoas de Braga, cidade onde estudei, reportavam-se à Barrinha de outros tempos: de águas límpidas, dos seus barcos, do peixe, dos mergulhos…Já a conheci, assim, «doente», não obstante isso, continua mesmo assim bela e a ser a casa de muitas aves e a albergar muitas espécies de plantas.
Sinceramente, espero que haja alguém que faça pela Barrinha o que ela mereça que se faça, para que fique ainda mais bela, despoluída e, que os problemas se resolvam e não seja só «fogo de vista e atirar-nos areia para os olhos».


6 - Descreva-nos quando, onde e como surgiu o seu gosto pela arte poética. 

O meu gosto pela poesia, surgiu na adolescência, porém, o meu gosto pela escrita em si, já nasceu na escola primária. De facto, a poesia é o género literário que mais me toca o coração, mas escrevo um pouco de tudo, nomeadamente, artigos de opinião, contos... Penso, que posso escrever o que me pedirem, também.


7 – Já pensou em participar nalguns concursos de poesia? E que tal redigir um livro?

Quando tinha 17 anos, houve um concurso de poesia nas escolas a nível nacional, a minha professora de português, escolheu o meu poema na altura sobre uma criança e a guerra, para participar num concurso, mas eu era tão tímida e não muito segura de mim, e não concorri. 
Quanto a outros concursos, vou participar num, sim, mas de contos, não de poesia.
Tenho sim, na mente, escrever livros, não apenas um. Apesar do meu gosto pela poesia, não vou começar por um livro de poesia, mas quero, primeiro escrever um para o público infanto-juvenil e já começou a ser esboçado.
No fundo, o meu gosto mesmo é pela escrita e pela magia que em mim desperta, embora a minha musa seja mais a poesia.


8- Refira-nos aquilo que menos aprecia na Cidade, isto é, situações que têm de ser urgentemente melhoradas. 

Penso que já se está a arranjar muitas ruas, mas ainda há umas quantas cheias e buracos, nunca tinha visto, uma intervenção a este nível, mas há outras também em muito mau estado e cheias de buracos.
Também há alguns passeios em mau estado.
Acho que os pequenos comerciantes vivem também uma situação complicada, não somos propriamente uma cidade de comércio, mas se o que se procura há cá e bem sei que há pouco dinheiro, se há cá, para quê ir para fora? Vejo muita gente que prefere a ir fora a comprar cá, ou a comprar aos nossos comerciantes.
Não gosto de ver a casa onde morou a Florbela Espanca como está. Está certo que ela não era de cá, mas passou uma pequena parte da sua existência cá e penso que como grande figura que é a nível nacional, penso que a sua casa deveria estar em condições e quiçá serviria de museu.


9- Esmoriz é terra que já acolheu grandes poetas: Florbela Espanca, Boanerges Cunha, Isabel de Sá e António Maria. Algum destes é uma referência sua? Ou tem outros ídolos da literatura?

Gosto muito da Florbela Espanca, para mim é a nossa maior poetisa. Também gosto de Marquesa de Alorna. Aprecio outros, também, mas Florbela Espanca tinha qualquer coisa de diferente e conseguiu descrever um sentimento como o amor, que como sentimento que é dificilmente se traduz em palavras e ela fê-lo muito bem. Além disso viveu cá um período curto de tempo.
Gosto muito também de Camões e de Fernando Pessoa. Este último, era outro génio e identifico-me mesmo com a pessoa que ele foi em alguns aspectos e não só como escritor/poeta.
Mas somos um país de poetas, refiro estes, porque são aqueles com os quais me idêntico, mas este é um mundo grande de talentos.


10- Por fim, transcreva-nos o poema que considera mais bonito sobre a nossa terra.

Sem dúvida, que o poema que mais define a nossa terra e o mais bonito é o que encontramos na «Marcha de Esmoriz» cantada por José Reis, letra de Sául de Oliveira e música de Luís Marques.  
…« Esmoriz é um jardim, um jardim à beira-mar.
Esmoriz tem nos lábios uma canção,
Para dar a quem por aqui passa…
Esmoriz tem no seu peito um coração.
Onde ninguém já o ultrapassa…»
Fica a versão musical  que é a poesia em música! 


Agradecemos, desde já, todo o tempo que despendeu! 




Imagem nº 1 - Ana Roxo foi a nossa "convidada" especial. Em breve, realizaremos ainda mais uma ou duas entrevistas.



Correio do Leitor - Albertino Ferreira aborda os trabalhadores municipais do Distrito de Aveiro

Trabalhadores Municipais

No passado mês de novembro, a comunicação social fez referência aos trabalhadores municipais (TM) a propósito de medidas que estão previstas no Orçamento Geral do Estado para eles.
Talvez, por isso, se afigure interessante tomar conhecimento com alguns dados sobre este corpo profissional, com o qual as autarquias asseguram uma multiplicidade serviços públicos.
Para este objetivo, que restringiremos ao âmbito distrital, utilizaremos como fonte as informações do Portal Autárquico, do Jornal de Negócios de 14.11.2013 e o JN de 30.11.2013.
No distrito de Aveiro, os TM, são 5820 no total e encontram-se distribuídos pelos 19 concelhos da forma expressa no Gráfico 1, registando-se o menor número no concelho da Murtosa e o maior no de Santa Maria da Feira.




Gráfico nº 1 
(Clicar em cima para visualizar melhor)



Certamente que a variação patente no diagrama deverá ter a ver com os serviços que cada Câmara assegura e, também, com a dimensão populacional de cada concelho.
Determinar esses serviços públicos seria importante, porque só desse modo é que qualquer comparação da dimensão do corpo de funcionários municipais é credível. 
Infelizmente, as dificuldades da tarefa obrigam a que, para efeitos deste artigo, se fique pelo mais fácil, aferir de acordo com a população, ou seja, determinar o número de TM por mil habitantes.
O gráfico 2 permite visualizar o resultado, que evidencia um panorama substancialmente diferente do gráfico 1. Agora o concelho com menos trabalhadores por 1000 habitantes é Ílhavo, e Espinho o que tem o maior número.




Gráfico nº 2
(Clicar em cima para visualizar melhor)



A diferenciação detetada é meramente numérica; não tem em conta os serviços públicos que cada autarquia assegura aos seus munícipes, sendo de supor que os que têm maior número de trabalhadores são os mais efetivos nessa prestação.
Outro inconveniente é o de poder precipitar a conclusão de que os serviços assegurados por esses funcionários são para usufruto exclusivo dos moradores de cada concelho, quando assim não é.
De facto, são vários os exemplos de serviços públicos da responsabilidade de uma câmara que são utilizados por utentes das municipalidades vizinhas.
Finalmente, não permite ajuizar da eventual falta, ou não, de serviços públicos que o município deve assegurar, nem sobre a qualidade dos que presta.
Ou seja, embora útil, a informação estatística assim calculada, está longe de representar a realidade, o que apela para os cuidados a ter na sua leitura e interpretação.



Um grupo profissional maioritariamente feminino

A maioria dos trabalhadores municipais, 52.65%, são mulheres; o que testemunha a tendência geral para a feminização das profissões. No distrito, apenas em oito municípios os homens são a maioria, gráfico 3.



Gráfico nº 3
(Clicar em cima para visualizar melhor)



Evolução


Os números até aqui referidos são os atuais, de setembro de 2013 ou do ano de 2012.
Recuando-se até 2009, último ano para o qual são públicas as estatísticas, constata-se que os trabalhadores municipais eram mais numerosos, 6883 no total. Desde então, todas as câmaras, exceto Oliveira do Bairro, procederam à redução do seu número, no quantitativo expresso no gráfico 4.



Gráfico nº 4
(Clicar em cima para visualizar melhor)



A diminuição abrangeu mais os homens (-569) do que as mulheres (-347). Oliveira do Bairro, como se disse, contraria esta tendência geral, aumentando em 70 o número dos seus trabalhadores municipais.


O que se espera para 2014

Como atrás observado, entre 2009 e 2013 quase todos os concelhos diminuíram o seu pessoal; em termos médios, a redução foi de 15%, ou de 14% no triénio de 2010 a 2013; em qualquer dos casos, muito por cima dos 4% a que estavam obrigados.
Essa realização deverá colocar a generalidade dos municípios ao abrigo da exigência dos novos cortes de 2% incluída no Orçamento Geral do Estado para o presente ano. 
De facto, os municípios que ultrapassaram a referida média de 4% de redução ficam liberados daquela obrigação. 
No entanto, para que essa realidade se confirme, será necessário, cumulativamente, que as autarquias mantenham uma gestão financeira saudável, isto é, tenham “as contas equilibradas”.

Esmoriz, 2 de janeiro de 2014
Albertino Ferreira



Albertino Ferreira é Professor e tem formação em Economia.

Correio dos Comunicados Políticos - CDU Ovar pronuncia-se sobre a problemática do Saneamento em Gondesende


Nota de Imprensa: Sobre os problemas no acesso ao saneamento em Gondezende


Quase 40 anos depois do 25 de Abril a localidade de Gondezende, na freguesia de Esmoriz, foi finalmente contemplada - e bem - com as obras de saneamento há muito reclamadas pela população. Isto apesar de, em 2011, se ter procedido à substituição de todo o pavimento da Rua de Gondezende, uma obra que, no entender da PCP, deveria ter sido realizada ao mesmo tempo que as obras de saneamento, poupando dinheiro e incómodo aos munícipes.

A obra actual é parte da empreitada “Rede de Saneamento de Águas Residuais de Ovar/S. João e Esmoriz/Cortegaça”, da responsabilidade da AdRA, anunciada há cerca de um ano com um investimento de 7 milhões de euros, vindo a ser finalmente adjudicada por cerca de 4 milhões de euros.

No entanto, a população de Gondezende rapidamente se apercebeu das graves insuficiências destas obras de saneamento. Segundo os moradores, estas apenas contemplam uma pequena parte da localidade, limitando-se à Rua de Gondezende e a algumas laterais a oriente. Toda a zona poente, incluindo as habitações e a pequena zona industrial, fica privada da infra-estrutura!

Mas os problemas não acabam aqui. Mesmo nas ruas intervencionadas, como sejam as Ruas Senhor das Febres ou Rua Mestra Fiorentina, o saneamento está a ser colocado de forma incompleta, terminando de forma aparentemente abrupta e arbitrária a meio dos trajectos. Se somarmos a isto ao facto de apenas estarem isentas as ligações à rede que não excedam os 20m, facilmente se percebe a arbitrariedade com que estão a ser tratados os moradores, nomeadamente aqueles que tiveram o azar de viver a mais de 20m do término da rede.

Perante estes factos, e a pedido dos moradores, uma delegação do PCP, que incluiu a presença do seu deputado municipal, Miguel Jeri, deslocou-se no passado sábado a Gondezende. Constatando os factos, o PCP comprometeu-se a colocar este problema na última Assembleia Municipal, na qual obteve alguns esclarecimentos, e a questionar a Câmara através de um requerimento escrito, solicitando informações adicionais. O PCP compromete-se, de igual forma, a pugnar pela conclusão de saneamento da localidade de Gondezende em condições de igualdade de acesso a todos os moradores.

Por fim, o PCP tem de assinalar que o saneamento é uma responsabilidade das Câmaras Municipais, e que esta devem dotar-se de meios de fiscalizar as obras de forma a evitar arbitrariedades desta natureza. Não pode igualmente deixar de assinalar que a inadequação desta obra decorre, entre outras coisas, da concessão do saneamento à AdRA, uma entidade externa longe da realidade e dos problemas dos munícipes.

Segue-se teor do requerimento.

Ovar, 26 de Dezembro de 2013
A Comissão Concelhia de Ovar do PCP   


REQUERIMENTO

Exmo. Senhor Presidente,

A localidade de Gondezende, na freguesia de Esmoriz, foi finalmente contemplada com as obras de saneamento há muito reclamadas pela população.

A obra actual é parte da empreitada “Rede de Saneamento de Águas Residuais de Ovar/S. João e Esmoriz/Cortegaça”, da resposnabilidade da AdRA, anunciada em Novembro de 2012 com um investimento de 7 milhões de euros (*), vindo a ser finalmente adjudicada em meados deste ano por 4 milhões de euros.

No entanto, a população de Gondezende rapidamente se apercebeu das graves insuficiências destas obras. Segundo os moradores, estas apenas contemplam uma pequena parte da localidade, limitando-se à Rua de Gondezende e a algumas laterais a oriente. Toda a zona poente, incluindo as habitações e a pequena zona industrial, fica privada da infra-estrutura!

Acrescem outros problemas. Nas ruas em obra, como por exemplo as Ruas Senhor das Febres ou Rua Mestra Fiorentina, o saneamento está a ser colocado de forma incompleta, terminando de forma aparentemente abrupta e arbitrária a meio dos trajectos. Se somarmos a isto ao facto de apenas estarem isentas as ligações à rede que não excedam os 20m, facilmente se percebe a arbitrariedade com que estão a ser tratados os moradores, nomeadamente aqueles que tiveram o azar de viver a mais de 20m do término da rede.

Embora a obra seja da responsabilidade directa da AdRA, o saneamento é competência das câmaras municipais, que devem fiscalizar e acompanhar este tipo de obras. Neste contexto, e tendo em conta o exposto anteriormente, solicito ao Executivo Municipal alguns esclarecimentos adicionais aos que já nos deu na reunião da Assembleia Municipal de 20 de Dezembro, nomeadamente:

1.    Para quando está prevista a segunda fase das obras de saneamento em Gondezende?
2.    Esta segunda fase de obras cobrirá na totalidade a localidade em questão?
3.    Como pretende a Câmara intervir, junto da AdRA, para que as ligações à rede de saneamento sejam mais justas entre os moradores?
4.    Qual a explicação para que uma obra com um investimento anunciado de 7 milhões de euros tenha sido finalmente adjudicada por 4 milhões?

Sem mais de momento, despeço-me apresentado cordiais cumprimentos.

Miguel Jeri Correia de Sá
Deputado Municipal do PCP


Imagem nº 1 - O saneamento em Gondesende é ainda tema que dá que falar.
Foto enviada pela CDU Ovar

Correio dos Comunicados Políticos - Pedro Coelho recorda já alguns feitos assegurados no mês de Dezembro, e salienta a intervenção dos membros sociais democratas na Assembleia de União de Freguesias de Ovar





Caros (as) Companheiros (as)

O PSD Ovar, durante o mês de Dezembro, participou em diversas sessões partidárias, marcou presença em eventos municipais e, como é habitual, destaca alguns dos pontos mais importantes da acão politica do nosso executivo camarário.  

Conjunto Habitacional de Esmoriz: Fotos | CMO | RR | Porto Canal | Ribeirinhas TV.

Animação - Ruas de Ovar: Ribeirinhas TV 

Delegação de Competências nas Juntas de Freguesia: + 34% do que em 2013 e num investimento global de 1,3 Mil€: CMO 

Orçamento Participativo: CMO | Lusa

Aprovação do Orçamento da Câmara Municipal de Ovar: - 20% do que em relação a 2013: CMO | Ribeirinhas TV

Fixação da taxa da Derrama para 2014 (isenção para PME e criadoras de emprego) e Participação Variável do Município de Ovar no IRS para 2014 em 2% da taxa de IRS: CMO

Ovar mais Inclusivo: 301 mil Euros para emprego e famílias: Público

Aproveitamos, ainda, para dar nota da entrevista do nosso companheiro Joaquim Barbosa onde este questiona a origem das dividas na União de Freguesias face às noticias veiculadas pela comunicação social: Ribeirinhas TV

Saudações Sociais Democratas

Pela CPC do PSD Ovar

Pedro Coelho

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Caros (as) Companheiro (as)
Remetemos resumo das principiais intervenções dos nossos membros na Assembleia da União de Freguesias de Ovar, São João, Arada e São Vicente de Pereira Jusã, do passado dia 30 de dezembro no auditório da freguesia de Ovar.

Joaquim Barbosa:

Realçou o êxito na concretização dos “Acordos de Execução entre a Câmara Municipal de Ovar e a União de Freguesias”, advertiu para a falta de fundamentação na informação prestada pelo executivo PS/CDS da União das Freguesias  e sublinhou a falta de um mapa com as rubricas das receitas e despesas, ou débitos mais significativos, por freguesia agregada  + info aqui 

Nuno Sousa:

Questionou o executivo PS/CDS pela suspensão do serviço da cisterna, pela extinção do serviço de transporte escolar – a lei não impede que a Junta de Freguesia preste esse serviço, pelo que será necessário saber se a União das Freguesias quer afinal manter ou não o serviço do transporte escolar – e sobre uma intervenção urgente no centro de convívio sénior + info aqui 

Henrique Gomes:

Sublinhou falhas na informação fornecida quanto à limpeza de diversas ruas da freguesia de Ovar e  Arada, bem como os critérios de limpeza de lugares como Cova do Frade, Ribeira, Marinha, entre outros.

Américo Oliveira:

Salientou que a proposta de regimento deveria ter sido o primeiro assunto a ser discutido e chamou a atenção para o facto da mesma estar gizada para uma Assembleia de uma 1 (uma) freguesia e não ter em atenção a representatividade das 4 (quatro) freguesias pelo que propôs a constituição de uma comissão, representativa de todos os partidos.

Com os melhores cumprimentos

Pelo CPC do PSD Ovar
Pedro Coelho


 Nota: Será realizado no dia 9 de Janeiro (pelas 21:30) a Conferência intitulada "Novo Olhar sobra a Acção Social" na Sede de Secção do PSD Ovar (Rua Ferreira de Castro) com a presença da palestrante - a vereadora Ana Cunha, e o Moderador será Pedro Coelho.

Nota de imprensa da Comissão de Utentes de Saúde de Aveiro

Nota de imprensa: Comissão de Utentes de Saúde de Aveiro reclama medidas de fundo no serviço de urgências do Hospital de Aveiro

Infelizmente o caso não é novo e repete-se com regularidade em função dos períodos de maior afluxo às urgências do Hospital Infante D. Pedro em Aveiro. Apesar das recorrentes declarações da Administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga segundo as quais o problema estaria controlada, os factos desmentem cabalmente estas afirmações e a situação mantém-se sem solução à vista.

Desta forma, confirmam-se amplamente os receios manifestados quer por esta Comissão de Utentes, quer por outras entidades acerca da falta de medidas concretas por parte da administração hospitalar relativamente a este problema. Prova-se assim que o imbróglio com a empresa de trabalho temporário que assegurava a contratação de médicos para as urgências do Hospital de Águeda, e que motivou a deslocação de médicos de Aveiro para Águeda ainda está longe de qualquer resolução. A falta de médicos, designadamente de especialistas de medicina interna continua a ser gritante e compromete a qualidade do serviço e até a segurança dos utentes na medida em que, segundo informações que nos chegam, nem sempre as escalas são preenchidas de acordo com todas as normas regulamentares.

Prova-se da mesma forma que a gestão das disponibilidades de camas para internamento nos diversos serviços estará a ser feita de forma completamente desastrada com enormes prejuízos para utentes e profissionais. Assim, aliando a falta de médicos, a exiguidade do espaço onde funciona o serviço de urgência e a manifesta carência de camas de internamento, facilmente se explica o facto de termos, como foi denunciado recentemente pelo bastonário da ordem dos médicos, doentes em macas à espera de internamento durante 3 a 6 dias.

Comissão de Utentes de Saúde de Aveiro lamenta mais uma vez esta situação, e apela mais uma vez à tomada de medidas imediatas que ponham termo a este lamentável espectáculo que deveria fazer corar de vergonha qualquer responsável pela politica de saúde em Portugal.

Aveiro, 26 de Dezembro de 2013

A Comissão de Utentes de Saúde de Aveiro

domingo, 5 de janeiro de 2014

"Eusébio é Portugal"

Esta foi a expressão utilizada por José Mourinho para reagir à morte daquele que deixou a vida terrena nesta madrugada, vítima de ataque cardíaco.
As pessoas foram apanhadas de surpresa pelo acontecimento.
Confesso que nunca o vi jogar (e tenho pena de não ter usufruído dessa possibilidade), mas os vídeos e documentários desportivos dessa época recordam-nos um jogador que foi seguramente um dos melhores de sempre do Futebol Mundial. Ganhou vários títulos ao serviço do Sport Lisboa e Benfica, e ao nível da selecção, foi uma das figuras de proa naquela selecção portuguesa que surpreendeu no Mundial em 1966, tendo sido Eusébio o melhor marcador dessa competição. O número de golos apontados no decurso da sua carreira não deixam quaisquer dúvidas quanto à categoria do atleta.
O seu falecimento deixou o país mais pobre. 
Eusébio e Amália consolaram um povo oprimido pela Ditadura...



Imagem nº 1 - Portugal perdeu um dos seus mais notáveis embaixadores.
Fotos retiradas do Facebook

sábado, 4 de janeiro de 2014

Novas fotos da ameaça marítima










A autoria destas quatro fotos pertence a Victor Sousa. 
Todas elas não deixam dúvidas quanto à fúria do mar. As vagas de ondas terão atingido os 6 metros de altura por volta das 17 horas. 
Mais uma vez, renovamos os apelos para que sejam cautelosos e não se aproximem demasiado da costa esmorizense, de forma a que não sejam surpreendidos pelo temporal.