domingo, 13 de março de 2016

A magnânime Praia da Barrinha (Esmoriz)

Esta é mais uma foto que atesta a grandeza da nossa Praia.




Foto Partilhada por Víctor Lima na Página "Imagens e Sons de Esmoriz" no Facebook

Extra-Esmoriz XXXI - Clarões nocturnos espantam moradores de Válega

De acordo com o blogue "Ovar Novos Rumos", a ocorrência verificou-se na madrugada do dia 7 de Março. Ao todo, três famílias, residentes nos lugares do Bustelo e Porto Laboso (Válega), afirmam ter observado, às três horas da manhã, uma sequência de clarões intensos com a duração de alguns segundos. As testemunhas acreditam que este fenónemo de profunda luminosidade poderia advir do pinhal contíguo à auto-estrada A1, situado a nordeste dos locais onde os populares teriam visionado tal acontecimento.
Até este preciso momento, nenhum dos moradores conseguiu ainda decifrar este enigma, nem explanar o que realmente se sucedeu.






Imagem meramente exemplificativa de um clarão nocturno ocorrido na Argentina e no Uruguai.
Retirada de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/planeta-ciencia/noticia/2015/07/clarao-no-ceu-intriga-moradores-do-rs-argentina-e-uruguai-4814121.html
 








Poderá este Presidente da República inaugurar um novo ciclo político?

Marcelo Rebelo de Sousa tomou posse como Presidente da República no passado dia 9 de Março. Encarnando o papel de "Papa Francisco (mas) da Política", o novo titular do cargo máximo da nação já quebrou, por algumas vezes, o protocolo, procurando tornar-se acessível e carinhoso para com o povo. Nada disto observávamos no seu antecessor que sempre se privara, rodeando-se de segurança reforçada.
Ao contrário de muitos portugueses que tiveram, nesta última semana, uma "recaída de pena" pela saída de Cavaco Silva, continuo a insistir na ideia de que este foi um dos piores presidentes da República, mesmo que tenha estado dez anos à frente do país com o voto do povo. Nunca irei compreender o seu silêncio em alturas em que o desemprego e a emigração batiam recordes, ao mesmo tempo que inúmeras escolas e unidades hospitalares eram encerradas. O seu silêncio acabou por ser conivente com uma classe política que, embora preservando as suas mordomias, forçou o povo a diversos sacrifícios. Exigia-se um presidente da república mais interventivo e que, acima de tudo, apelasse a uma maior moderação da austeridade e que também não hesitasse em enviar recados à classe política.
Marcelo tem de ser um presidente diferente - tem de preservar o seu perfil de maior abertura e disponibilidade perante o povo - que esteja sempre disposto a ouvi-lo e a defendê-lo, mesmo que tenha de ir contra as suas convicções partidárias. Acredito pois num Marcelo isento, activo e cooperante: capaz de inaugurar um novo ciclo.
Por outro lado, lamento que Bloco de Esquerda e PCP não tenham aplaudido na Assembleia o novo Presidente da República. Mesmo que não o tivessem apoiado anteriormente, é sempre justo dar o benefício da dúvida a quem merece.
Em jeito de conclusão, quero muito acreditar que depois de termos um presidente mais próximo da elite, passaremos agora a ter um presidente do povo. Marcelo é um político ponderado, experiente e culto. Saberá certamente o que fazer. 
As expectativas em seu torno são muito elevadas!




 

Imagem nº 1 - Marcelo Rebelo de Sousa é o novo Presidente da República e tenciona aproximar-se mais do povo que o elegeu.
Foto da autoria de Joana Bourgard

Correio dos Comunicados Políticos - PCP defende melhores condições na EN327 - S. João de Ovar

Resultado de imagem para PCP

Comissão de Freguesia de S. João de Ovar

Nota de Imprensa: 327 assinaturas pela melhoria e segurança das condições da EN327 em S. João de Ovar!



Como é do conhecimento público, foi promovido um abaixo-assinado exigindo obras urgentes no troço da EN327 que passa pelo concelho, nomeadamente na freguesia de S. João de Ovar, sob o lema "327 pela melhoria da EN327!"
Neste abaixo assinado é solicitada a reparação da via e das tampas de saneamento soltas; a reparação dos passeios; a construção de passadeiras ligeiramente elevadas em locais de maior densidade populacional, bem como a reconversão das já existentes; a colocação de bandas redutoras de velocidade, de lombas limitadoras, de semáforos limitadores de velocidade ou outra solução tecnicamente viável que dê mais segurança aos transeuntes, especialmente às crianças e aos idosos, com especial destaque nas passadeiras existentes junto à Escola Primária e às paragens de autocarros.
Em conferência de imprensa especificamente convocada para o efeito, a população foi informada do êxito desta petição que à data reuniu já 331 assinaturas, ultrapassando já os objectivos iniciais.
A Comissão de freguesia de S. João de Ovar continuará um trabalho de proximidade junto da população, estimulando as suas pertinentes reivindicações e lutando pela justa atribuição dos dinheiros públicos na melhoria da qualidade de vida de todos, olhando com especial preocupação o problema da segurança rodoviária. 
Neste sentido, denunciará pela segunda vez este problema já na próxima Assembleia Municipal, que este mês se realiza em Maceda, exigindo medidas urgentes.



Ovar, 26 de Fevereiro de 2016
A Comissão de Freguesia de S. João do PCP

Correio dos Comunicados Políticos - O Núcleo de Mulheres Social-Democratas associou-se à celebração do Dia Internacional da Mulher através da inauguração de uma exposição





Pela Lente da Igualdade: Moda Fotográfica”, até ao dia 29 de Março
NMSDO assinala Dia Internacional da Mulher
com abertura de exposição na Cafetaria do Buçaquinho
 
O Núcleo de Mulheres Social-Democratas de Ovar associa-se à celebração do Dia Internacional da Mulher trazendo à Cafetaria do Parque do Buçaquinho, na confluência de Esmoriz e Cortegaça, a exposição “Pela Lente da Igualdade: Moda Fotográfica”, da autoria das Edições Associação Famílias, que vai estar patente naquele espaço entre 8 e 29 de Março, de terça-feira a domingo.
A sessão de abertura da exposição, que, independentemente das simpatias partidárias, nos convoca a refletir sobre matérias como a violência doméstica através da moda fotográfica, está agendada para esta terça-feira, às 18h00.

A Exposição:
“Pela Lente da Igualdade: Moda Fotográfica”
Pensar as temáticas da igualdade de género, violência doméstica e tráfico de seres humanos através da moda fotográfica é uma forma de pensarmos e fazer pensar, pois a arte interroga e atribui novos significados ao se apropriar de imagens, não só as que fazem parte da história da arte, mas também as que habitam o quotidiano, causando inquietude e espanto.
Considerando que a moda representa uma das indústrias com maior impacto na população, sendo seguida e reproduzida, optou-se por usá-la como forma de fazer passar mensagens contra as mais diversas formas de violência, sendo que neste caso optou-se por usá-la como veículo privilegiado na luta contra a violência doméstica de seres humanos, bem como na promoção da igualdade de género.
Esta mostra fotográfica, que se enquadra no Plano de Ação do Núcleo de Mulheres Social Democratas de Ovar, é aberta a toda a comunidade, tendo como principal objetivo alertar e consciencializar para uma realidade cruel: a que nenhum ser humano deve ser subjugado. Por isso todos juntos vamos lutar conta esta realidade e transmitir às pessoas que conhecemos, vítimas de qualquer tipo de violência, que existem organismos com competência para as ajudar, sem as expor, e com técnicos em quem podem confiar.
Exposição da autoria: Edições Associação Famílias
Fotografo: Pedro Lacerda; Modelos: Act In Models; Caracterizador: Pedro Ildo


Texto enviado no dia 7 de Março
    

Correio dos Comunicados Políticos - CDS-PP Ovar continua a exigir explicações sobre a alegada atribuição de casas de habitação social em Esmoriz a 16 recém filiados do PSD Ovar



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Carta aberta ao Presidente da Câmara Municipal de Ovar

Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Ovar
Eng. Salvador Malheiro,


Temos presente o teor da carta aberta remetida a V. Exa., pela Comissão Política Concelhia do CDS de Ovar, em 02/03/2016, nos termos da qual foram solicitadas informações relativas às notícias difundidas pelos órgãos de comunicação social, em concreto no que respeita a uma alegada atribuição de casas de habitação social a 16 recém filiados no PSD de Ovar.
Excepção feita a um esclarecimento emitido pela Câmara Municipal de Ovar, nos termos do qual foram enunciados extractos do procedimento de atribuição das casas de habitação social mas que, naturalmente, não se pronuncia sobre a questão das filiações (atribuindo tal conceito a "dinâmicas partidárias") a verdade é que, não obstante o tempo decorrido, nada foi esclarecido por parte de V. Exa.
Acautelando esta situação, a CPC do CDS de Ovar teve o cuidado antecipado de remeter directamente para V. Exa. o pedido de informação pois, para além de Presidente da Câmara Municipal de Ovar (e, portanto, conhecedor dos critérios de adjudicação das casas), também é um reputado, prestigiado e privilegiado militante do PSD de Ovar.
Por conseguinte, uma vez mais, solicitamos a V. Exa. que, de forma directa e sucinta, esclareça se, relativamente às casas em questão, efectivamente, 16 dos beneficiários foram inscritos como militantes do PSD em 2015?
Reiteramos que, com a questão colocada, a CPC do CDS de Ovar não tem qualquer pretensão em percutir nas questões internas do PSD de Ovar mas, tão só, esclarecer a questão suscitada nos meios de comunicação social. Para além disso, impõe-se salientar que esta questão também não está, nem estará, relacionada com os beneficiários aos quais foram atribuídas as casas pois, desde já se adiante que, da parte do CDS de Ovar, os mesmos não serão, em circunstância alguma, visados pelo presente pedido de esclarecimento ou efeitos decorrentes de uma eventual resposta.
Agradecemos antecipadamente toda a atenção dispensada e ficamos, assim, a aguardar, com expectativa, a resposta de V. Exa.


Ovar, 9 de Março de 2016
O Presidente da Comissão Politica Concelhia do CDS de Ovar,
Fernando Camelo de Almeida






Imagem nº 1 - Fernando Almeida, Presidente da Concelhia do CDS-PP Ovar, esteve ainda presente no XXVI Congresso do CDS-PP.
Retirada da Página do CDS-PP Ovar no Facebook
 

domingo, 6 de março de 2016

Barrinha de Esmoriz é um dossier que tem de ser tratado com "pinças"

As obras deverão arrancar em Março, segundo o que revelou, em primeira mão, o Movimento Cívico Pró-Barrinha. Até aqui, parece-nos uma excelente novidade, tendo em conta as décadas de espera demorada.
Logicamente, todos (ou quase todos) defendemos a realização de intervenções de reabilitação em torno do maior sistema lagunar localizado a Norte do País. Mas é igualmente evidente que teremos de manter o foco na questão, mesmo quando as obras arrancarem. De facto, temos de estar atentos ao desenrolar das obras. Exercer a nossa cidadania também passa por aqui, e por isso, apelo, em primeiro lugar, aos esmorizenses para que acompanhem todo este processo.
Dentro deste contexto, continuamos a pugnar pela eliminação das fontes poluentes. Sem isso, as obras só conhecerão um impacto exterior e não resolverão portanto o cerne da questão. Enquanto a contaminação subsistir, a Barrinha nunca voltará ao antigamente, pois as suas águas permanecerão impróprias para banhos ou para a realização da actividade pesqueira. E esta é uma dura verdade à qual ninguém pode fugir. 
Por outro lado, achamos que o desassoreamento previsto não pode traduzir-se em proporções mínimas ou superficiais, visto que a lagoa cada vez mais está a perder profundidade. Como prova desse facto, recordo que, no passado dia 29 de Fevereiro (aquando do evento promovido pela SPEA & Toyota), o nível da água ficava apenas pelos joelhos, isto na distância entre os velhos pegões da ponte que existiu outrora no século XIX. É verdade que a Barrinha estava, na altura, aberta ao mar, mas o cenário não deixa, ainda assim, de ser preocupante. Se o desassoreamento não for bem conseguido, então esqueçam o cais flutuante, porque assim nunca haverá uma circulação regular de barcos (mesmo que estes sejam de pequenas dimensões).
Por outro lado, reconhecemos que a configuração exterior da lagoa será melhorada. Aplaudimos a reconstrução da ponte entre Esmoriz e Paramos que será envolta de passadiços (embora estes não devam circundar a lagoa por inteiro; no nosso entender, deveriam ser apenas intercalados com a ponte e seguir apenas pela margem ou litoral), e também aceitamos a criação de um cais flutuante (todavia, a dragagem tem de ser bem realizada, como afirmamos anteriormente) e de um posto de observação da avifauna. Mas até nestes pontos, pugnamos pela adopção de alguns critérios. Em primeiro lugar, as obras devem decorrer sem afugentar a avifauna existente no local. A biodiversidade é uma das principais riquezas deste sítio natural. Em segundo lugar, as estruturas construídas devem ser resistentes e bem suportadas, tendo em conta a ocorrência de potenciais cheias na Barrinha de Esmoriz. Em terceiro lugar, é necessária uma vigilância apertada no lugar, de modo a evitar situações de vandalismo que infelizmente têm sido recorrentes na nossa zona durante os últimos tempos. Achamos portanto estas questões essenciais.
Por fim, não permitiremos que a Barrinha deixe de albergar o seu lado selvagem e a sua biodiversidade para se tornar numa lagoa exclusivamente turística para consumo humano. Não é isso que pretendemos. Desejamos sim é uma conciliação equilibrada e harmoniosa das duas vertentes. 
Pelo menos, essa sim seria a Barrinha que muitos conheceram no passado!




Foto - Movimento Cívico Pró-Barrinha