sexta-feira, 31 de julho de 2020

Comunicados Políticos - Bloco de Esquerda de Ovar explica porque não esteve presente nas cerimónias do dia do Município de Ovar

Bloco de Esquerda – Wikipédia, a enciclopédia livre


Para o Bloco de Esquerda as comemorações do dia 25 de julho festejam o dia do Município de Ovar. É uma festa do povo vareiro, dia de reconhecer os contributos que várias personalidades e coletividades deram ao município, e por isso não pactuamos com o ato de promoção pessoal às custas do erário municipal, que em nada beneficia a democracia e que parece esquecer a grave situação sanitária vivida no município devido ao Covid-19, congregando um grande número de convidados provenientes de diversas áreas geográficas.
Vivemos tempos em que despesas excessivas não se coadunam com a debilidade da nossa economia e a fragilidade da nossa população. O cerco sanitário penalizou fortemente o nosso concelho. Na ótica do Bloco de Esquerda tal situação implica alguma sobriedade na forma como celebramos o dia do município e refletimos sobre o futuro deste. Mesmo que dentro do orçamentado, não é moralmente admissível gastos em promoção pessoal e não do concelho, quando temos centenas e centenas de pessoas a viverem em condições miseráveis, quando temos micro, pequenas e médias empresas em situação de falência.
O Bloco de Esquerda de Ovar não se revê na sumptuosidade nem no aproveitamento mediático que foi feito do evento. Para além disso a lista de convidados reflete obviamente as opções do executivo eleito, nas quais o BE não se revê. Por este motivo, não estaremos presentes institucionalmente nas celebrações do município este ano.




Última Hora (COVID-19): Câmara de Ovar fecha portas. Todos os ...

Correio dos Comunicados Políticos - Deputadas do PSD reclamam melhores condições para Unidade de Saúde Familiar Mar à Vista



PSD. Rio, Montenegro e a liderança do PSD


As deputadas do PSD Carla Madureira e Helga Correia vão tentar junto do Ministério da Saúde a agilização do processo de concurso com vista à contratação de médicos para a Unidade de Saúde Familiar Mar à Vista, que serve as freguesias de Silvalde e Paramos, concelho de Espinho. De uma reunião havida esta segunda-feira nas instalações daquela USF saiu o compromisso de um esforço conjunto para minorar os transtornos provocados à população da Marinha, daquela freguesia, que perdeu a sua extensão de saúde.
A população do bairro piscatório da Marinha sente-se discriminada e tem vindo a protestar pela perda da sua extensão de saúde e pela alegada perda de qualidade do serviço prestado pela nova unidade, que passou a abarcar os utentes de toda a freguesia, mais os de Paramos. As deputadas aveirenses quiseram ouvir a versão da USF, num encontro que juntou, também, os responsáveis pela concelhia do partido, dirigentes do Agrupamento de Centros de Saúde Espinho Gaia, e um representante da população da Marinha.
Uma das possibilidades para amenizar os efeitos do encerramento passaria pela criação de consultas decentralizadas, no bairro da Marinha, mediante marcação atempada e ainda que não em regime de tempo inteiro, garantindo-se, assim, um serviço de proximidade para os cerca de 3.200 utentes daquela zona.

“Vamos usar os instrumentos que temos à nossa disposição na Assembleia da República para agilizar o concurso para a substituição dos dois médicos que prestavam serviço na extensão de saúde da Marinha e para assegurar a realização das necessárias obras, que se estima custarem entre 60 a 70 mil euros” – referiu Carla Madureira no final da reunião desta segunda-feira.

Para a deputada aveirense, da reunião resultou a necessidade de “juntar as diversas partes envolvidas e encontrar uma forma de eliminar as fragilidades deste processo, fazendo face ao sentido de perda que os moradores da Marinha sentem”.
Carla Madureira admitiu não haver “as condições ideais para que a USF funcione bem”, o que leva a que a população da Marinha “sinta na pele este problema, porque entende que tinha melhor serviço do que está a ter agora”.
Na mesma linha de pensamento, a deputada Helga Correia disse sentir que “as gentes da Marinha merecem uma maior atenção”, defendendo que “há que encontrar uma solução conjunta para minimizar os transtornos que tenham sido criados”.
“Há que encontrar uma plataforma de entendimento que faça as pessoas entenderem que a criação da USF lhes garante cuidados de saúde de qualidade. É fundamental o diálogo, explicando à população que não se trata de eliminar ou esvaziar serviços ou valências” – concluiu Helga Correia.
A Unidade de Saúde Familiar Mar à Vista juntou os utentes da extinta extensão do bairro da Marinha aos demais da freguesia de Silvalde e aos da freguesia de Paramos. Funciona no edifício da junta desta freguesia, com um polo na vizinha de Paramos.


Aveiro, 20 de julho de 2020




Correio dos Comunicados Políticos - PCP Ovar apela à defesa dos direitos dos trabalhadores da Yazaki Saltano

CDU aposta em Rosa Palma e mais 15 no "ataque" a todas as Câmaras ...

Comissão Concelhia de Ovar

Nota de Imprensa:PCP denuncia atropelos aos direitos dos trabalhadores da Yasaki Saltano


A Yazaki Saltano, estabeleceu-se em Ovar em 1986, chegando a empregar mais de 7000 trabalhadores na década de noventa, anunciando mais tarde, em 2005, o processo de deslocalização e assim reduzir drasticamente o seu contingente de trabalhadores.
Mas a ganância e a voracidade dos grandes grupos económicos não tem limites. Não contente com este legado, a empresa pretende explorar ainda mais os trabalhadores da Yazaki. Agora o PCP sabe que a Yasaki  Saltano em Ovar, está a coagir os seus trabalhadores a aceitarem o regime de laboração contínua, e ainda, o horário concentrado de 12 horas de trabalho diárias. Esta medida indicia a prática de ilegalidade, e como se não bastasse os trabalhadores denunciam que a proposta de acréscimo à sua remuneração (subsídio de turno), encontra-se fora do intervalo  estipulado por lei, quando o seu trabalho é enquadrado como turno permanente (regime de laboração contínua).
O clima de coacção e chantagem é evidente, dado que a empresa apresentou a proposta no dia 16 de Julho e exige uma resposta até ao dia 24 de Julho, afirmando que, com ou sem o acordo dos trabalhadores a empresa pretende implementar esta medida a 1 de Setembro de 2020.
O PCP lembra que a Yazaki Saltano em Ovar,  acumulou ao longo de décadas dezenas de milhões de euros de lucros à custa do esforço dos seus trabalhadores, mas também ao abrigo de dezenas de milhões de ajudas públicas nacionais e comunitárias: cedência de terrenos, isenções fiscais, PEDIP, PRIME, Fundo Social Europeu, etc.
O PCP presta a sua solidariedade aos trabalhadores da Yazaki Saltano em Ovar, e afirma que não dará descanso a práticas de desrespeito e violação de direitos nos locais de trabalho, de ameaça, pressão directa e indirecta, chantagem, violência psicológica, repressão sobre os trabalhadores, como forma de reforço do poder do patronato e de fragilização da acção reivindicativa.
O PCP não deixará de acompanhar esta situação em particular e apela à união dos trabalhadores e à recusa deste regime de laboração e ao atropelo dos seus direitos. Os trabalhadores da Yasaki poderão contar sempre com o PCP na luta pelas suas justas reivindicações, e continuará a intervir na defesa dos seus direitos.
O PCP já questionou o governo sobre estes atropelos e exigindo uma resposta rápida.

Ovar, 23 de Julho de 2020
A Comissão Concelhia de Ovar do PCP

Correio dos Comunicados Políticos - Juventude Socialista de Ovar apresentou ideias para a revitalização económica no concelho


Comunicado Partido Socialista de Mangualde | Notícias de Viseu


Nota de Imprensa- JS Ovar apresentou propostas para para a revitalização da economia


O Presidente da Juventude Socialista, Martim Guimarães, apresentou, durante a última sessão da Assembleia Municipal, a 16 de julho, três propostas à Assembleia Municipal.

A primeira, referente à "Modernização, desmaterialização de processos e alteração de métodos visando maior celeridade na análise e aprovação dos projetos de construção submetidos e/ou a submeter à Câmara Municipal" prevê que seja criada, com carácter de urgência, uma plataforma eletrónica de canal online para a submissão e tramitação de todos os processos urbanísticos nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação, que promova a desmaterialização de processos administrativos e potenciar e a eficiência e eficácia dos serviços prestados pela autarquia.

A segunda, intitulada como "Regeneração Urbana do Município de Ovar" pretende estabelecer uma visão de médio e longo prazo, que possibilite uma reflexão integrada do que queremos para o futuro de Ovar - a definição de um Plano Municipal de Mobilidade, uma Área de Reabilitação Urbana (ARU) em Esmoriz, o Fundo Municipal de Sustentabilidade Ambiental e Urbanística, a regulamentação da cedência de prédios urbanos (terrenos e edifícios) de propriedade municipal com o objetivo de o Município ir buscar, no final da obra, frações afetas à habitação acessível e/ou de custos controlados, a definição de incentivos fiscais a quem dote parte da construção nova para o mercado de arrendamento acessível, a criação de ruas temáticas (por exemplo a Rua do Pão-de-Ló), convocar o terceiro sector e reanimar a dinamização da habitação por cooperativas, a introdução do conceito de Transferência de Edificabilidade e um Programa de Habitação Acessível destinado aos jovens e à classe média.

Por fim, a criação de um Regime Excecional Urbano para o ano 2020 (REUrb20), que diminua a 50% as taxas urbanísticas: a todos os processos de operações urbanísticas de licenciamento ou comunicação prévia, cujo pagamento de taxas e levantamento do respetivo alvará tenha ocorrido desde o dia 14 de Março ou que venha acontecer até o final do ano civil de 2020 e cujo prazo não exceda dois anos; e a todos os projetos que, sendo entregues no mesmo prazo, possuam uma previsão de orçamento que exceda ou iguale o montante a 1 milhão de Euros. A estes processos, quando destinados a habitação plurifamiliar, serão dados ainda uma redução do tempo de apreciação, passando para metade: de 8 para 4 dias úteis, relativamente à apreciação liminar; de 30 para 15 dias úteis, relativamente à apreciação de projetos de arquitetura; e de 45 para 23 dias úteis, relativamente à verificação dos projetos de especialidades. Por fim, benefício de redução das taxas urbanísticas de 100% quando seja para conservação, recuperação ou reabilitação de um edifício existente, aos jovens com idades compreendidas entre os 18 e 35 anos, e quando se trate de edificação para habitação própria permanente.

Após as três propostas terem sido chumbadas com os votos contra dos sociais democratas, que possui a maioria naquela Assembleia, Martim Guimarães acusou o Grupo Municipal do PSD de falta de coerência, de preferirem instalar uma crise política no Município de Ovar ao invés de enfrentar a crise política instalada no interior do próprio Partido e de não terem apresentado qualquer proposta para que o Município de Ovar possa enfrentar uma das maiores crises dos últimos cem anos.


Correio dos Comunicados Políticos - Fernando Almeida e Daniel Malícia (CDS-PP Ovar) reuniram-se com o Presidente da República


Presidente do CDS – Partido Popular – Wikipédia, a enciclopédia livre


Hoje, fomos recebidos pelo Sr. Presidente da República no Palácio de Belém, na sequência do pedido de audiência que fiz na semana passada para lhe transmitir as nossas preocupações com os principais problemas do Município de Ovar. 
O Sr. Presidente da República recebeu-nos muito bem e foi sensível às nossas preocupações. 
Abordámos o tema da economia local que atravessa um período muito difícil e necessita de medidas específicas de apoio o mais rápido possível, a lacuna que temos nos serviços de saúde com unidades de saúde encerradas e também a pertinência da abertura de um serviço de urgência básico no Hospital de Ovar, alertámos para o problema da erosão costeira que assola o nosso concelho, também falámos da Barrinha de Esmoriz e da dragagem insuficiente que está em curso na nossa Ria deixando de lado o porto de recreio e os cais, por fim, demonstrámos a nossa preocupação com a morosidade da justiça que origina por um lado, um clima de suspeição e por outro lado de impunidade para quem prevarica.
Saímos com a noção de que o Sr. Presidente da República nos ouviu com atenção e foi sensível aos temas por nós colocados, deixando-nos a mensagem que poderá interferir junto do governo, nomeadamente no que diz respeito ao problema da economia local e ao tema da saúde. 
Achamos que valeu a pena, agora o Sr. Presidente da República tem um conhecimento mais detalhado dos principais problemas da nossa Terra. 
Ovar tem que ser a nossa única e grande prioridade, caso contrário, continuaremos condenados a definhar de dia para dia.
Pela nossa parte, tudo faremos para inverter este ciclo desfavorável. Viva Ovar!


Fernando Almeida
Deputado Municipal do CDS-PP Ovar




Tragédia abala Esmoriz

Uma mulher de 58 anos foi assassinada à queima-roupa pelo marido na via pública, em plena Avenida 29 de Março - Esmoriz, mais concretamente junto à caixa multibanco (mesmo ao lado do Montepio), onde a mulher estaria a levantar dinheiro. 
Por volta das 9:30 desta sexta-feira, o homicida, um homem de 79 anos abordou-a, recorreu a uma caçadeira que estava guardada num saco plástico e terá baleado a mulher duas vezes, na barriga e na cabeça, tendo o óbito sido declarado no local. Os bombeiros (nomeadamente um elemento que se encontrava já na Associação Mutualista e que foi o primeiro a ir em socorro) ainda tentaram reanimar a vítima, mas nada puderam fazer. 
Quanto ao homicida, foi desarmado no local por populares que, com coragem, conseguiram enfrentá-lo e evitar assim que a situação se descontrolasse ainda mais.
O alegado homicida foi retido no local por populares até à chegada da GNR. A Polícia Judiciária foi chamada ao local para investigar a ocorrência, por se tratar de um crime da sua competência. 
Recorde-se que aparentemente não existiam casos antecedentes de violência doméstica no mencionado casal. A mulher trabalhava no edifício da Mutualidade de Santa Maria de Esmoriz, tendo sido abordada junto à caixa multibanco mais próxima pelo marido que, sofrendo de cancro terminal, cometeu o acto hediondo. Segundo o Correio da Manhã, o homem teria já afirmado noutras situações que "se não podia viver, ela também não". Motivos passionais estiveram estão na origem do hediondo crime, se bem que o casal já estava separado há dois meses. 




Direitos da Foto: Comissão de Melhoramentos de Esmoriz

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Camarinhas com propriedades anti-cancerígenas

De acordo com o Jornal Público e o OvarNews que citam uma investigação em curso por parte da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra, as camarinhas possuem um extracto que ajuda a inibir a proliferação de células cancerígenas. 
O estudo está a ser desenvolvido pelas investigadoras Aida Moreira da Silva e Maria João Barroca que, em várias experiências realizadas em linhas celulares de cancro do cólon, sublinharam o facto de o extracto obtido a partir das folhas da camarinheira se ter mostrado inclusive "mais eficaz do que propriamente o extracto das bagas de camarinha". Caso estas conclusões surpreendentes e inéditas sejam definitivas, poderão sair daqui futuros fármacos que ajudarão a combater o cancro.
Além das suas alegadas propriedades medicinais, as camarinhas começam a ganhar um espaço interessante na gastronomia portuguesa, estando presentes em bolos, saladas de fruta e há quem agora as adicione aos iogurtes naturais. O seu sabor, embora um pouco agridoce mas refrescante, não deixa de ser uma conjugação perfeita em determinadas receitas. 
Neste momento, as camarinhas estão presentes na costa atlântica da Península Ibérica e em certas partes da Aquitânia (França), sendo quase impossível encontrá-la noutras regiões do planeta. O fruto (ou baga) é sazonal, sobressaindo mais pela altura do Verão, enquanto as camarinheiras (plantas) permanecem durante o ano. 
Na área florestal de Esmoriz, as camarinheiras costumam ter uma presença assídua.




Camarinha - Ria de Aveiro

Imagem meramente exemplificativa retirada de: http://marca.riadeaveiro.pt/o-melhor-da-regiao/gastronomia/camarinha/