quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Carlos Alexandre, candidato do CDS-PP, sugere um ecoponto junto à Praia Velha

Nasce assim a primeira sugestão para a cidade neste período ainda pré-eleitoral. Carlos Alexandre, cabeça de lista pelo CDS à Junta de Freguesia de Esmoriz defende a instalação de um ecoponto no perímetro junto à Praia Velha. Os centristas recordam que ali existem 7 estabelecimentos fixos de café, restauração e similares, mais 2 roulotes de bifanas bem como alguns moradores na zona.
De acordo com Carlos Alexandre, esta é uma das queixas mais ouvidas por parte de comerciantes e moradores, nos contactos entretanto estabelecidos com a comunidade.
Muitas são, as vezes, em que o papel e o vidro são colocados nos caixotes do lixo por falta de outra alternativa. Cenário esse que deve ser evitado doravante com a colocação do respectivo ecoponto.




Imagem nº 1 - É nesta zona que o CDS-PP defende a instalação de um ecoponto
Foto - Carlos Alexandre

Crónica Desportiva (Juízo de Bancada) - SCE "tramado" em Aveiro nos últimos minutos


SC BEIRA-MAR X SC ESMORIZ: PIRATA ROUBOU O OURO AO HERÓI
(Crónica da autoria do Site "Juízo de Bancada", relato de Pedro Silva)


Jogo de emoções fortes no velhinho Estádio Mário Duarte: o Esmoriz esteve a vencer o Beira-Mar por 2 vezes mas acabou a perder por 3-2. Pirata, dos auri-negros, foi a figura de referência da partida. O avançado nem sequer foi titular mas entrou para marcar um hat-trick e roubar o ouro dos três pontos ao  heróis – leia-se Esmoriz – impondo a 2ª derrota no Campeonato Safina aos da Barrinha e obrigando a que a distância entre o líder do campeonato e os rivais diretos se encurtasse nesta 19º jornada.

Jogo de dificuldade máxima

O SC Esmoriz sabia, à partida, que esta seria uma deslocação complicada a Aveiro. É certo que o Beira-Mar vinha de dois desaires consecutivos contra Alba e Oliveira do Bairro e agora ocupava o 5º lugar da classificação. Mas, a verdade é que os da Costa Nova já andaram pelo primeiro lugar e são das equipas mais completas do campeonato. Com novo técnico, António Semedo, a motivação não poderia estar mais em alta.

Na 1ª volta, na Barrinha, o Beira-Mar tinha imposto um empate e é ainda a única equipa que sabe o que é somar pontos no Estádio do Esmoriz, esta temporada.
Para além disso, na última deslocação do Esmoriz à casa do Beira-Mar, os esmorizenses tinham saído derrotados por 3-1. Mas essas eram histórias da época passada e da Taça de Aveiro de 2015/16.
O facto é que, de Esmoriz, saiu uma enorme comitiva… com direito a autocarro incluído. Os adeptos aderiram à chamada e estiveram presentes no Mário Duarte para esta partida. O SCE, líder, teria de ser encarado como favorito à vitória e, acontecesse o que acontecesse, nunca perderia a sua liderança do Campeonato Safina.


Pirata manteve o Beira-Mar à tona

Para esta partida, a grande baixa no lado do Esmoriz foi a de Ibrahim Koneh. O extremos camaronês saiu tocado no jogo contra o Carregosense e cedeu o lugar a Jeff no 11 habitual escalado por Narciso Ratinho. Assim, o SC Esmoriz atuou com João Borges na baliza; Ruca, Joel Alves, Ricardo Correia e Luis Seijas no quarteto defensivo; Bruno Batista, Emmanuel Banda e Pedro Godinho no miolo; Jeff, Fred e Vando na frente. Jogaram ainda, como suplentes utilizados, Diogo Russo e Martin, regressado de paragem prolongada.
Já António Semedo, técnico do Beira-Mar, levou a campo o seguinte 11: Samuel Biscaia, Pedro Moreira, Hernáni, Bruno Lopes, João Paulo, Alex, Jorge Silva, Alexis Martins, Miguel Mortágua, Magno e o veterano e perigoso Cílio Souza.
Era o jogo grande da jornada, mas a primeira parte não teve o grande momento do futebol: o golo. Não houve forma de desbloquear o empate nos primeiros 45 minutos. Mas a segunda parte seria diferente.
A chuva de golos começou aos 60 minutos e para o Esmoriz. Pedro Godinho abriu o ativo e colocou o SCE na frente do marcador. Foi o 8º golo do capitão esmorizense no campeonato, assumindo-se cada vez mais como o 2º maior goleador da equipa, atrás de Koneh. Uma das melhores épocas do número 6 do Esmoriz.
Na reação, o Beira-Mar fez entrar Pirata para o lugar de Mortágua… e esta cartada tornou-se decisiva a favor dos aveirenses. Aos 71′, o antigo jogador de Alvarenga e União de Lamas restabeleceu a igualdade.
Vando ainda conseguiu colocar novamente o Esmoriz na frente. Estavam decorridos 75 minutos de jogo. Mas a tarde era mesmo de Pirata. Assim, e já perto do final da partida, quando tudo indicava que o Esmoriz iria segurar a vantagem no marcador, Pirata voltou a fazer das suas e marcou por mais 2 vezes, aos 87′ e 89′.
Praticamente sem espaço para esboçar uma reação e sem perder tempo para mudar as peças dentro do terreno de jogo, o Esmoriz acabou por ceder e deixar os 3 pontos para o Beira-Mar. Foi uma batalha intensa que caiu para o lado da equipa que esteve sempre a correr atrás do marcador.
Do lado do Esmoriz, que por tantas vezes já conseguiu obter vitórias e empates nos últimos minutos de jogo, desta feita acabou por provar do seu próprio veneno. A derrota é difícil de aceitar mas vem provar que, neste campeonato, ninguém está isento de surpresas… nem o líder e atual melhor equipa da competição.

Rivais vencem, vantagem emagrece, mas Esmoriz ainda no topo

Depois de algumas jornadas onde o Esmoriz conseguiu amealhar pontos e cavar vantagem sobre os rivais diretos, esta semana foi de notícias negativas para os da Barrinha – até de outros campos.
Espinho e Lamas venceram tranquilamente os seus compromissos contra Alvarenga e Mealhada (os lamacenses aplicaram mesmo chapa 6). O único dos 5 primeiros que cedeu pontos, para além do Esmoriz, foi mesmo o S. João de Ver que perdeu na visita ao Bustelo. Aproveitou o Beira-Mar para subir ao 4º lugar.
Assim, a vantagem do Esmoriz para o 2º, que era de 6 pontos, passa a ser de 3 pontos. São os Tigres do SC Espinho quem continuam na peugada do Esmoriz. O SCE continua com os mesmos 43 pontos com que entrou na jornada 19, o Espinho soma agora 40.
Na próxima jornada, o Esmoriz recebe o Oliveira do Bairro. Já o Espinho tem uma difícil deslocação ao campo do S. João de Ver. A jornada 20 está marcada para o dia 12 de Fevereiro. Ainda antes, o Esmoriz terá um jogo em Carregosa, contra o Carregosense. Esta partida é referente à 3ª eliminatória da Taça de Aveiro, competição onde os esmorizenses também têm aspirações.



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Crónica da autoria de Pedro Silva (Juízo de Bancada)

Rescaldo do III Encontro de Urbanismo (reportagem in "Jornal A Voz de Esmoriz")


III Encontro de Urbanismo abre luzes para o futuro

No passado dia 21 de Dezembro, realizou-se o III Encontro de Urbanismo no auditório da Junta de Freguesia de Esmoriz. Apesar da fraca assistência, esta iniciativa organizada pela junta local proporcionou uma interacção de ideias e projectos enriquecedores que poderão originar uma nova visão sobre o futuro planeamento urbanístico da cidade de Esmoriz.
Como convidados sonantes, estiveram presentes o Arquitecto Paulo Silva (com o tema “Da Teoria à Prática do Plano de Urbanização – O Conjunto de Esmoriz e Cortegaça”), o Dr. Celso Braz (o seu discurso incidiu sobre “Planos de Urbanização”) e o Arquitecto João Gomes (este propôs um “Plano de Requalificação da Frente de Mar entre Esmoriz e Cortegaça” e dissertou ainda sobre a “Interface Ambiental da Barrinha de Esmoriz/Lagoa de Paramos”.
O Arquitecto Paulo Silva (docente na Universidade de Aveiro) defendeu, na sua intervenção, que o plano de urbanização deve identificar as áreas da cidade que carecem de atenção especial, sem descurar as preocupações ambientais. Todo este processo exige um conhecimento prévio e minucioso sobre a localidade que será visada. No caso concreto da cidade de Esmoriz, e citando a investigação já realizada pelos seus alunos sobre a nossa localidade, Paulo Silva afirma que a área nascente da Cidade de Esmoriz é a mais carenciada, havendo escassez de ligações viárias (além da sua acessibilidade não ser a melhor), espaços verdes organizados e percursos ecológicos que deveriam fazer a comunicação com a faixa litoral da cidade. Em relação à Barrinha, o arquitecto defende que as linhas de água que lá desembocam devem ser devidamente cuidadas.
Por seu turno, o Dr. Celso Braz (ex-técnico superior da Câmara Municipal de Abrantes) recordou que os planos de urbanização nasceram na década de 1930 a partir da iniciativa do Ministro Duarte Pacheco. Celso defendeu que uma cidade deve ser densa, coesa e estruturada, e que deve ser ainda aproveitada, sempre que possível, a sua rede de infraestruturas. Citando o exemplo concreto de Abrantes (onde trabalhou), realçou que um plano de urbanização deve fomentar a regeneração de uma cidade, assumir os espaços vazios (observar se estes podem suportar alguma edificação), projectar os nós ou troços que fazem falta à cidade, criar percursos pedonais e, no âmbito da gestão financeira, priorizar apenas os projectos que são efectivamente essenciais para a cidade.
O Arquitecto João Gomes (formado na Universidade de Coimbra) apresentou, através de imagens tridimensionais, várias propostas que visavam a requalificação da frente marítima, tanto em Esmoriz como em Cortegaça. João Gomes sugeriu intervenções no parque de lazer junto à Praia da Barrinha, na melhoria dos percursos pedonais à beira-mar, na concretização de futuros espaços de estacionamento mais habilitados, no remate final da Avenida da Praia, na área de expansão da rua Frederico Ulrich, na Avenida de Nossa Senhora da Nazaré (Cortegaça), no Passeio Marítimo de Cortegaça e até nas imediações do Parque de Campismo. O arquitecto defendeu ainda a importância do reforço dunar, da criação de espaços mais arborizados e da promoção de uma maior mobilidade. Insistiu ainda no reconhecimento dos palheiros existentes (foi inclusive sugerida a hipótese do “Palheiro Amarelo” se tornar num centro educativo activo). 
No evento, também tomaram a palavra Salvador Malheiro, Presidente da Câmara Municipal de Ovar, António Bebiano, Presidente da Junta de Freguesia de Esmoriz, e Sérgio Vicente Prata, Presidente da Junta de Freguesia de Cortegaça. Todos enalteceram a confluência criativa de ideias e a necessidade de uma abordagem crítica nas questões urbanísticas, embora ressalvando sempre as limitações de ordem financeira que condicionam o investimento autárquico e que, muitas vezes, impedem a realização de milagres ou de grandes transformações a breve prazo.


Artigo Publicado na derradeira edição do Jornal A Voz de Esmoriz 
25 de Janeiro de 2016





Imagem nº 1 - Apesar da assistência reduzida, o encontro pautou-se por um número infindável de propostas e sugestões que visavam o aprimoramento urbanístico.
Foto - Cidade de Esmoriz/Alunos do Curso de Multimédia do Agrupamento de Escolas de Esmoriz





Imagem nº 2 - Proposta do Arquitecto João Gomes para um eventual futuro parque de lazer junto à Praia da Barrinha.
Foto - Cidade de Esmoriz/Alunos do Curso de Multimédia do Agrupamento de Escolas de Esmoriz


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Entrevistas com Memória II - Susana Cruz abre o livro


À conversa com Susana Cruz
(Entrevista realizada por Victor Lima em Janeiro)


Mais uma esmorizense lançada no mundo da escrita poética. Natural de Esmoriz - onde vive -, signo Aquário, adora o mar e o Sol. Enfermeira de profissão, Susana Cruz é a mais recente escritora ovarense. A escrever poemas desde os seus 15 anos e incentivada pelo seu professor de português Dr. Manuel Monteiro, que os adorava ler, decidiu editar o seu primeiro livro com a compilação desses mesmos poemas, intitulado O Sol e a Serpente, uma edição da Chiado Editora. O lançamento do livro decorreu na cidade do Porto, no passado dia 11 de Dezembro de 2016.
Fomos falar com ela para nos revelar ideias e percepções desta sua obra poética e para nos dar a conhecer das suas motivações e influências para este desafio.



VL - Como surgiu a ideia de lançar este livro?

SC - Desde os meus 15 anos que escrevo Poesia. Um dia mostrei os meus poemas ao meu professor de Português, Dr. Manuel Monteiro, que os adorou e deu-me o grande conselho de nunca os destruir. Para os guardar sempre. E foi isso que fiz. No ano passado, decidi enviar para a Chiado Editora alguns dos referidos poemas. E, para minha grande alegria, gostaram muito e decidiram publicá-lo.


VL - Como descreverias a tua poesia?

SC- Sinceramente, não a descrevo. Não lhe posso incutir um “carimbo.” Se sou livre no que penso e no que escrevo, a minha Poesia, assim também o é!



VL-  Este livro é o espelho da tua vida?

SC- Este livro é condimentado de poemas que foram escritos dos 15 aos 21. Não é o espelho da minha vida. Mas um reflexo de quem sou ou de quem fui, do que senti, do que vivi, do que não vivi…são poemas…é Poesia.


VL - Sempre foste uma leitora assídua de livros. Que autores e obras gostaste mais de ler?

SC- Fernando Pessoa; Jim Morrison; Luís de Camões; Bocage; Saramago. Pablo Neruda; Laura Esquível; Agatha Christie… tantos que ocupava a folha inteira do jornal.


VL -  Tiveste o apoio de quem no lançamento desta obra?

SC- O meu próprio apoio, o da minha filha e da Editora.


VL - Quais são as pessoas mais importantes na tua vida?

SC- Todas as pessoas são importantes na minha vida. Mas se tivesse de eleger as mais importantes, diria eu e a minha filha.


VL - Podes-nos dizer quais foras as tuas principais inspirações para este livro?

SC - Fernando Pessoa e Jim Morrison


VL -  De que nos fala o livro e para quem é dirigido?

SC - O livro “ O Sol e a Serpente” fala da constante Valsa entre o Sol e a Serpente, na minha, na tua mente. A Valsa do Sol e da Serpente tem início no nosso nascimento. O Sol, o nosso Coração. O nosso interior, as nossas vontades mais genuínas, que crescem dia após dia. Se o seguirmos, seremos verdadeiramente felizes! Criação. Amor. Liberdade. A Serpente, a nossa mente. Que nos distrai, ilude, mente, para não nos tornarmos em quem realmente somos. Engana, controla e manipula. Medo. Descredibilidade. Destruição.  O Sol e a Serpente, Valsa na minha mente, em forma de poesia, retrata essa dualidade, mente, coração. É uma viagem que tem início na adolescência, quando tudo começa a ser questionado, até à idade adulta. Uma viagem de valsas e poemas de Amor, Amizade, Existência, Vontades, Liberdade, Vida, Morte, Família, Casa, Amigos. Cada poema, uma valsa. Cada valsa, uma história.


VL - Foi fácil conciliar a tua vida profissional com a escrita?

SC - Bastante fácil. Quando queremos muito algo, arranjamos tempo para tudo.


VL -  Que expectativas tens em relação ao sucesso deste livro?

SC - Muito boas expectativas. Aliás, já está a fazer bastante sucesso. Tem uma boa Poesia e quem o lê acaba por se identificar em muitos poemas.


VL -  Vais continuar a escrever e equacionas lançar mais livros?

SC - Mas é claro que sim. Este foi só o primeiro de muitos!


VL - És uma pessoa feliz. Para ti, o que é ser feliz?

SC - Ser Feliz é ocuparmos o lugar que sempre quisemos. E ser grato. Sempre grato.


VL -  Qual é o teu lema de vida?

SC - Tenho vários. Mas posso deixar este aqui: “Duas estradas se divergiam na floresta e eu, eu tomei o caminho menos percorrido, e isso fez toda a diferença” (Dead Poets Society).




Imagem nº 1 - Susana (ou Suzana) Cruz apresentou o seu novo livro poético "O Sol e a Serpente" no dia 11 de Dezembro de 2016, na cidade do Porto. O livro foi editado pela Chiado.



Nota-Extra - Victor Lima (VL), ex-locutor da Rádio Voz de Esmoriz, conduziu esta entrevista, tendo partilhado a mesma com o nosso blogue. Agradecemos este registo porque não é todos os dias que vemos alguém da nossa terra a lançar uma obra.

Poema do Mês de Janeiro de 2017


Se Me Esqueceres
(Poema da autoria de Pablo Neruda, 1904-1973)


Quero que saibas 
uma coisa. 

Sabes como é: 
se olho 
a lua de cristal, o ramo vermelho 
do lento outono à minha janela, 
se toco 
junto do lume 
a impalpável cinza 
ou o enrugado corpo da lenha, 
tudo me leva para ti, 
como se tudo o que existe, 
aromas, luz, metais, 
fosse pequenos barcos que navegam 
até às tuas ilhas que me esperam. 

Mas agora, 
se pouco a pouco me deixas de amar 
deixarei de te amar pouco a pouco. 

Se de súbito 
me esqueceres 
não me procures, 
porque já te terei esquecido. 

Se julgas que é vasto e louco 
o vento de bandeiras 
que passa pela minha vida 
e te resolves 
a deixar-me na margem 
do coração em que tenho raízes, 
pensa 
que nesse dia, 
a essa hora 
levantarei os braços 
e as minhas raízes sairão 
em busca de outra terra. 

Porém 
se todos os dias, 
a toda a hora, 
te sentes destinada a mim 
com doçura implacável, 
se todos os dias uma flor 
uma flor te sobe aos lábios à minha procura, 
ai meu amor, ai minha amada, 
em mim todo esse fogo se repete, 
em mim nada se apaga nem se esquece, 
o meu amor alimenta-se do teu amor, 
e enquanto viveres estará nos teus braços 
sem sair dos meus. 

Pablo Neruda, in "Poemas de Amor de Pablo Neruda" 




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Imagem nº 1 - Pablo Neruda, poeta chileno e Nobel da Literatura em 1971.

Cartoon do Mês de Janeiro de 2017




Imagem nº 1 - "O lado bom: Trump é finalmente internado", conversa entre mexicanos que, do exterior, observam Trump já dentro do novo muro que definirá fisicamente a fronteira entre EUA e México.
Cartoon da autoria de Chappatte 


Foto do Mês de Janeiro de 2017



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Imagem nº 1 - O primeiro-ministro canadiano Justin Trudeau mimoseia uma criança refugiada. Ao contrário de Donald Trump, Justin está disposto a abrir as portas do seu país para todos aqueles que fogem da guerra e do terror. Um belo gesto que merece o nosso reconhecimento.
Mark Blinch / Reuters