terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Nota da Junta de Freguesia de Esmoriz - Três secções de voto garantidas nas eleições europeias de Maio

A cidade de Esmoriz já terá três secções de voto a funcionar nas próximas eleições europeias em Maio. Além, da assembleia no centro da cidade (pavilhão dos Castanheiros), estão constituídas mais duas, em Gondesende e na Praia, em locais a anunciar oportunamente.
A criação de mesas de voto nos lugares mais a nascente e a poente da Cidade de Esmoriz eram pretensões com mais de 20 anos, sucessivamente prometidas e não concretizadas. Cumprindo mais uma promessa contida no programa eleitoral com que se apresentou nas últimas eleições autárquicas, o presidente da Junta de Esmoriz, António Bebiano, acaba de anunciar a conclusão do processo, com a distribuição dos eleitores pelas novas assembleias de voto, que permitirá que o próximo acto eleitoral – as Eleições para o Parlamento Europeu, em princípio a 25 de Maio – já se realize em três diferentes locais da Cidade.
A participação dos eleitores na definição do seu futuro colectivo é um princípio basilar da Democracia e ao criarmos condições para que o possam exercer os seus direitos e obrigações mais próximo dos seus espaços de residência, estamos a dar mais um passo para combater o distanciamento entre os cidadãos, a política e a elevada taxa de abstenção em actos eleitorais” - afirma António Bebiano.
O autarca sublinha ainda que “tem sido uma prática corrente deste executivo e desta Assembleia de Freguesia, estar próximo das populações e chamá-las a participar e a intervir no processo de discussão da gestão da Cidade”, apontando como exemplo o atendimento ao público e a realização de assembleias de freguesia fora do edifício da Junta, em diferentes lugares de Esmoriz.
A Direcção Geral de Administração Interna (DGAI) aprovou a atribuição de dois novos postos de recenseamento, em Gondesende e na Praia, após solicitação da Junta de Freguesia, sendo consequentemente realizado por esta Junta todo o processo na distribuição dos eleitores de acordo com a sua Morada/Código Postal, e individualmente os moradores de Gondesende, sendo abrangida a Rua da Indústria e os moradores a poente da linha ferroviária receberão uma notificação, na qual consta o novo número e letra do seu novo posto de recenseamento.
Em virtude, do enorme trabalho e esforço por parte da Junta de Freguesia, foi necessário confirmar o número de eleitor com articulação nome a nome, validação individual de morada e da possibilidade de existirem moradas não actualizadas, a Junta de Freguesia aconselha todos os cidadãos que não foram notificados no âmbito desta operação e que residem nos territórios referidos a consultarem o seu novo número de eleitor e letra do seu novo posto de recenseamento, através do sítio de internet www.recenseamento.mai.gov.pt ou via SMS escrevam RE nº de identificação civil sem check-digit data de nascimento AAAAMMDD e enviem para o número 3838. Exemplificando: alguém que tem número de bilhete de identidade 1444880 e nasceu a 07 de Outubro de 1953, deverá escrever uma SMS e enviar para referido nº 3838, a seguinte mensagem: RE 14444880 19531007.
Qualquer dúvida pode ser esclarecida na secretaria da Junta de Freguesia de Esmoriz ou através do contacto 256750940.


Texto retirado da Página Oficial da Cidade de Esmoriz no Facebook

Considerações sobre a ponte que poderá estar em iminência de avançar

A Barrinha de Esmoriz poderá ter acesso a uma nova ponte, é uma possibilidade que tem sido discutida com frequência nos últimos tempos. Mas é óbvio que o projecto ainda não foi colocado na prática. Caso avance, e todos esperemos que sim, a ponte terá de ser forçosamente composta por uma estrutura metálica, preparada para resistir aos mais adversos temporais e até às cheias da lagoa. Terá de oferecer condições mínimas de segurança, de forma a garantir que não haverá lugar a tragédias.
Como sabem, existiu antigamente uma ponte que fazia a ligação entre Esmoriz e Paramos (Júlio Dinis, grande vulto do Romantismo Português, refere-se a ela no século XIX num dos seus romances) que, por motivos desconhecidos, terá desaparecido, restando apenas os seus alicerces, popularmente designados de pegões. Houve mesmo teorias que referiam a possibilidade desta antiga ponte ter sido produto da civilização romana, mas parece-nos uma possibilidade algo fantasiosa. Poderemos sim, quando muito, desconfiar da origem medieval ou moderna desta ponte que terá assegurado o contacto entre as duas margens num período que seguramente antecedeu o século XIX. 
Como não há imagens nem grandes investigações arqueológicas, é quase impossível propor uma datação precisa para a sua existência, e por isso, podemos apenas lançar ideias baseadas na intuição, o que normalmente não é suficientemente esclarecedor do ponto de vista científico.
Reconstruir a ponte seria desterrar, no bom sentido, o passado, mais do que isso, criava-se um miradouro sobre a lagoa, conhecida pela sua biodiversidade (sobretudo em termos de aves e vegetação), e também atrairia mais vigilância ao local, de forma a descortinar qualquer despejo clandestino. A ponte convidava os caminhantes a desfrutarem do contacto da Natureza, para além de reintegrar, aos poucos, a Barrinha no Mapa do qual nunca deveria ter saído.
A Barrinha não pode continuar a ser alvo da nefasta e ignorante marginalização...




Imagem nº 1 - A Barrinha e o seu belo contraste de cores.
Foto da autoria de Magda Moreira



Imagem nº 2 - Os antigos pegões da ponte que atravessava outrora a Barrinha.
Foto da autoria de Magda Moreira



Imagem nº 3 - A lagoa na sua versão transparente!
Foto da autoria de Magda Moreira



Imagem nº 4 - Vista sobre a Barrinha a partir das dunas.
Foto da autoria de Magda Moreira



Nota - Todas estas fotos foram retiradas da Página Oficial do Movimento Cívico Pró-Barrinha no Facebook, Associação Ambiental que há muito tempo luta igualmente pela reconstituição da ponte, e o qual faz referência, na sua exposição fixa, ao excerto do romance "Canto da Sereia" de Júlio Dinis que remete para o testemunho dessa antiga passagem que hoje já não se vislumbra.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

A FLOR MAIS BELA, A MAIS BELA FLOR - texto da autoria de Ana Roxo

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Era uma vez num país pequeno país vizinho do mar, uma escritora e poetisa que muito queria amar. Nascida em 8 de Dezembro de 1884, em Vila Viçosa, era uma alentejana de gema: uma figura ímpar da literatura portuguesa, enorme, enormíssima e nunca pequena.

Alma perdida se sentia como naquela noite em que o rouxinol cantou: alma incompreendida, alma que a sua prosa e poesia imortalizou. http://www.citador.pt/poemas/alma-perdida-florbela-de-alma-conceicao-espanca

Poetisa, escritora, mulher… Mulher à frente do seu tempo…Mulher que soube o que quer. Mulher, simplesmente mulher!

Mulher da dor, mulher do sofrimento, mulher das duras penas, mulher do amor…

Poetisa que cantava o amor e seus permanentes desencontros. Cantava também a morte e a vida em contraponto. 


Cantava a angústia, o tempo, a tão portuguesa saudade. Cantava a angústia existencial com uma divina magninimidade!

Com a beleza subtil de uma bela e singela flor: o seu nome Flor Bela, é a descrição mais bela desta Flor tornada Mulher, na mulher que desfolha as pétalas Amor! http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=380

Nas suas poesias também enobrecia Portugal. Enobrecia também a sua terra natal. 




Florbela Espanca – mulher sofrida, mulher triste, neste mundo perdida. Quando perdeu o seu irmão Apeles, esse foi o maior golpe no seu coração. Amava de tal modo o irmão querido, que era como que se com ele tivesse partido. http://www.citador.pt/poemas/lagrimas-ocultas-florbela-de-alma-conceicao-espanca

Perdeu a mãe muito cedo, com 29 anos, na flor da idade. Foi registada como filha ilegítima, seu pai era já casado: era assim triste os acordes do seu Fado. Perdeu também os filhos, fruto do mais profundo dos amores…Perdeu tanta coisa, tanta gente, neste mundo de dissabores. Perdeu tanto e tanto amou, procurou por si mas nunca se encontrou.

Flor de precocidade – escreveu o seu primeiro poema apenas com sete anos de idade.

Em 1907, o seu primeiro conto: «Mamã», escreveu…Era uma escritora versátil, que muito à literatura deu!

Casou-se três vezes, sempre procurando o amor, sem nunca o encontrar. Apenas encontrou a dor na sua busca por amar.

Florbela percorreu um pouco todo o país, desde o seu Alentejo Natal, até a uma pequena terra chamada Esmoriz.

Morou também em Esmoriz na Casela e no Lugar da Estrada Nova, hoje cidade do concelho de Ovar, mas foi Matosinhos a sua casa, antes de nos deixar.

Poetisa da solidão, alma sofrida, alma revoltada, sobretudo depois que Apeles morreu num acidente de avião. O  seu desejo era ir com ele –  não se sentia deste mundo, para ela de dor e de solidão.

Antes da publicação da «Charneca em Flor» partiu para outro mundo, esta Bela Flor. Partiu no dia do seu aniversário de 36 anos em 8 de Dezembro de 1930, pensando por fim à sua dor.

Tentou por duas vezes por termo à sua vida. Para ela era a morte – a saída para a sua vida sofrida e alma perdida.

Partiu cedo esta mulher singular, tomando uma dose excessiva de barbitúricos e a morte acabou por a levar.

Porém, nunca morremos, apenas dizemos até breve, tal com esta poetisa, escritora, mulher… que o sofrimento, a vida, a morte, o amor e a dor tão bem descreve.

Deixou-nos o que de melhor soube fazer: a sua vasta obra, tão carregada de versatilidade: única, bela, original, intemporal e sem idade. (ver Bibliografia activa) - http://pt.wikipedia.org/wiki/Florbela_Espanca

Poetisa/escritora que cantores e a música também inspirou, pelos seus poemas de encantar, apaixonando não só Portugal, mas também o Brasil do outro lado do mar.  Deixe-se inspirar!



Bela Flor, Flor Bela, Flor Bela de Alma da Conceição Espanca – portuguesa, mulher, escritora, poetisa, mulher única e original –  a mais Bela Flor num país que é um encantado jardim de nome Portugal!



Artigo e Fotos enviados por Ana Roxo

A magia da Tanoaria...

Duas horas passadas a ouvir atentamente o testemunho
Do dono da antiga maior tanoaria de Portugal na cidade de Esmoriz, Sr Alexandre Sá contou coisas maravilhosas, testemunhos impressionantes da nossa cidade entre 1920/1969 , vale a pena ouvir dizer "A rua dos castanheiros era em lama e os barris iam a rolar dos castanheiros ate à estação, sempre por um caminho de lama" , "vendemos 50.000 barris ao exército para as tropas que estavam nas colónias" , "fazíamos 700 barris por dia e fizemos com que Esmoriz se tornasse uma terra em que muitas pessoas viessem para cá trabalhar e viver, nessa altura era uma terra de emigração de vários pontos do país, muitos homens instalaram-se cá com as suas famílias ", 
A Comissão de Melhoramentos de Esmoriz continuará a procurar ouvir testemunhos das figuras relevantes do passado e presente da nossa cidade.





Texto e Foto retirados da Página oficial da Comissão de Melhoramentos de Esmoriz no Facebook

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A "Praxe" da Praia do Meco

Como ponto prévio, é evidente que ainda não existem conclusões definitivas sobre o que realmente sucedeu naquela malograda madrugada de 15 de Dezembro de 2013 numa praia de Sesimbra que custou a vida a 6 estudantes da Universidade Lusófona.
Todavia, e dadas as recentes e esclarecedoras reportagens jornalísticas, creio que já poderemos tecer algumas considerações sobre o que presumivelmente terá acontecido.
Praticamente certa é a ocorrência dum ritual arriscado de "praxe" (coloco sempre entre aspas porque a definição deste fenómeno académico tem de ser esclarecida imediatamente, até para que se criem limites) que causou negligentemente o falecimento de 6 jovens na flor da idade. Se estes se sujeitaram ou não de livre vontade (eram membros da Comissão de Praxe!), não o sabemos, mas o que é certo é que deveria haver o discernimento ou o bom senso de se negarem a enveredar por um ritual que colocaria em causa o maior bem que detinham - a vida. Falta ainda conhecer os contornos precisos deste referido ritual que seria fatal.
Que me perdoem os familiares das vítimas (e aos quais deixo, desde já, as minhas condolências e que nunca deixem de lutar pela verdade), mas os seus entes queridos que partiram de forma inocente só podem queixar-se da falta de prudência, e não do azar propriamente dito. 
Azar é cair um meteorito em cima da nossa habitação e ceifar-nos a vida, imprudência é desafiar a morte, isto é, aproximar-mo-nos demais do precipício (neste caso, do mar revolto, e ainda por cima, sem qualquer visibilidade ou possibilidade de ajuda àquelas horas). E infelizmente, o caso relatado parece (repito parece!) ir de encontro a esta última hipótese. Estas vidas poderiam estar bem hoje, se recusassem aquele ritual absurdo e atentador da integridade física. Deveriam inclusive ameaçar o dux e os demais com queixas na Universidade ou até nas autoridades policiais ou judiciais. E talvez assim, essa gentalha recuasse e percebesse finalmente que a "praxe" não implica causar sofrimento, dor e humilhação nos outros, mas sim diversão (mesmo que algo infantilizada) e laços de verdadeira amizade entre todos que integram estas práticas. Praxar não é sinónimo de criminalizar.
Mais grave ainda (Ana Leal da TVI legou-nos uma reportagem magnífica) é o facto de todos estes jovens serem obrigados a assinar termos de auto-responsabilidade que incluíam o logotipo da Universidade Lusófona (será que esta tinha conhecimento destas práticas e as tolerava? ou estamos perante um caso de usurpação do bom nome da Faculdade para tentar legitimar fins deploráveis por parte destes responsáveis pela praxe? Muito grave...). Foi também notícia de que alguns alunos, que recusassem a praxe ou a abandonassem por motivos de esgotamento nervoso (ou outra razão qualquer), teriam o curso em risco. Mas o que é isto? Vivemos num país democrático ou não? A coacção é crime, meus caros! As pessoas estão nas Universidades para estudar e se cumprem as regras elementares, não podem ser tratadas desta forma.
De acordo com vários testemunhos, relatórios e sms's obtidos, era colocada sistematicamente em causa a lealdade das pastranas que viriam a falecer, mas nesta hora de tragédia, é que observamos a "lealdade" de quem deixou as vítimas para trás ou doutros que se calhar preferem o silêncio ou anonimato à verdade dos factos. Espero que o único sobrevivente, o senhor "doutor" e dux tenha, ao menos, a coragem, de falar a verdade e deixar de lado a sua amnésia selectiva. As famílias das vítimas merecem a verdade, é algo que não lhes pode ser negado.
Caso se comprove que João Gouveia foi, na íntegra ou parcialmente, responsável pela tragédia deve evidentemente ser condenado judicialmente. Talvez assim se modere a violência das praxes, e estas poderão continuar a honrar a tradição de alegria, bem-estar e diversão mútua entre os estudantes. Confesso que, nos meus tempos de Universidade, cheguei a ouvir histórias bonitas (o baptismo do caloiro, as serenatas, o desfile da queima das fitas, aqueles trajes apreciáveis) mas outras lamentáveis (como o caso que me contaram, uma vez, de uma aluna que teve de bater com o dedo em cima da mesa durante duas horas e que no fim, ficou com o dedo partido - história que não pude confirmar inteiramente, mas que não me admiraria que fosse verdade, contudo deixo em aberto o seu grau de veracidade/falsidade) que devem ser denunciadas e punidas, em caso de extrema gravidade (isto é, ameaça à integridade física e dignidade humana), com a expulsão da Universidade e a instauração dum processo judicial.
Por fim, resta-me enviar as condolências aos familiares das vítimas nesta hora certamente difícil. Perder um filho deve ser das coisas mais horríveis, e então quando este parte de uma forma inacreditável... 
Que, ao menos, esta tragédia sirva de exemplo para que se coloquem travões, e se salvem no futuro outras vidas inocentes de jovens que têm uma longa vida para desfrutar.



Há outro sobrevivente da tragédia no Meco

Imagem nº 1 - Os familiares despedem-se dos seus filhos que faleceram tragicamente.
Veja-se ainda a reportagem de Ana Leal (TVI) sobre as praxes académicas na Lusófona em: 

Boletim dos Bombeiros Voluntários de Esmoriz (meses de Novembro e Dezembro de 2013)

O primeiro boletim a sair foi evidentemente o de Novembro de 2013 que contém os seguintes destaques:

  • Construção de Novo Parque de Estacionamento. O mesmo encontra-se a norte da Piscina e da Clínica. Assim, os utilizadores destes serviços escusam de deixar os seus veículos na via pública.
  • A Casa de Fogo, um projecto próximo da concretização. A estrutura servirá para simular operações de busca e resgate em ambientes bastante adversos.
  • Frio, o verdadeiro inimigo do momento. De acordo com alguns casos observados, o clima gélido terá gerado agravamento de estado de saúde das pessoas mais fragilizadas, nomeadamente idosos.
  • Apelo para que se ajude Gonçalo. Ao recolher e ceder as tampinhas de diversas embalagens está a ajudar esta criança que poderá assim aceder aos tratamentos de que necessita. Até então já se reuniram várias tampas o que tem favorecido a situação desta criança, mas é necessário que todos continuem a colaborar. Não custa nada, é o sorriso de uma criança inocente que está em causa.


No mês de Dezembro de 2013, tivemos acesso a uma nova edição que contempla a seguinte actualidade informativa:

  • Balanço Satisfatório em relação ao ano de 2013. No derradeiro boletim de 2013, Jacinto Oliveira, Presidente da Direcção, e Miguel Gomes, Comandante Operacional, realçaram os resultados positivos do ano que estava a findar.
  • Definição de Metas a atingir em 2014 - Casa do Fogo no Centro de Formação, Renovação de Viaturas e integração de 15 elementos na Nova Escola de Bombeiros.
  • Crianças e Adultos festejaram o Natal. No dia 14 de Dezembro, o Pai Natal esteve no Quartel para distribuir carinho e mimos. 
  • O frio não pára de atacar. As chuvas, o vento, a agitação marítima constituíram o prato do mês. O frio causou mesmo a morte de pessoas mais fragilizadas. 



Imagem nº 1 - O Gonçalo padece duma rara doença neurológica e necessita da sua colaboração para aceder aos tão desejados tratamentos. As comunidades não podem ficar indiferentes. Basta um pequeno gesto que decerto não lhe custará nada aos bolsos. Nós apoiamos esta causa! Vamos todos ajudar!
Foto BV Esmoriz


Referência Consultada: Boletim Informativo - Bombeiros em Missão. Meses de Novembro e Dezembro de 2013. Números 42 e 43. Ano 4. Propriedade: Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Esmoriz e Gabinete de Comunicação e Imagem dos Bombeiros de Esmoriz.

Junta de Freguesia assegura limpeza do estaleiro

Acho que a limpeza da propriedade em questão, com a remoção de todo o entulho que aí se encontrava, era uma medida necessária. Felizmente, a Junta de Freguesia de Esmoriz finalmente acordou para esse problema e conferiu uma solução digna, e até pode reaproveitar algum do material até então abandonado.




Vídeo nº 1 - A Junta de Freguesia de Esmoriz, presidida por António Bebiano, decidiu colocar mãos à obra.
Vídeo retirado do Youtube (Ribeirinhas TV - reportagem de Carla Santos).